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segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Faltam menos de 200 dias! FIFA sorteia os grupos do torneio nesta sexta-feira, 01/12


São oito grupos de quatro times cada. O Brasil, cabeça de chave, pode ter pela frente campeões como Inglaterra e Espanha, ambas no pote 2.
Por: Yuri Hildebrand

As Copas do Mundo, desde 1930, marcam, de quatro em quatro anos, a vida de muita gente. O intervalo passa devagar para uns – e para outros nem tanto. Parece que foi ontem que o Brasil estava entre a festa e o caos para receber a Copa do Mundo de 2014, depois de 64 anos da primeira edição em território tupiniquim. Ano que vem é a vez da Rússia, pela primeira vez na história, sediar o torneio.

Desde 1998, na França, a Copa do Mundo é disputada desta forma: oito grupos de quatro times cada, sendo um deles o cabeça de chave, definidos pelo ranking mundial da FIFA; este ano, são: Rússia (como anfitriã), Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, França e Polônia. Espanha, Inglaterra e Uruguai, campeãs do mundo, ficaram no pote 2, junto a Colômbia, Croácia, México, Peru e Suíça. Já no pote 3 estão Costa Rica, Dinamarca, Egito, Irã, Islândia, Senegal, Suécia e Tunísia. No 4, seleções mais abaixo do ranking, como Arábia Saudita, Austrália, Coreia do Sul, Japão, Marrocos, Nigéria, Panamá, e Sérvia.

De acordo com a FIFA, cada grupo terá pelo menos um representante – e no máximo dois – europeu. Dos outros continentes, nenhum poderá ter mais de um país representado em um único grupo. O Brasil, cabeça de chave, por exemplo, pode ter pela frente Espanha, Suécia e Japão, por exemplo, o que seria algo próximo de um "grupo da morte". Ao mesmo tempo, existe a chance de um grupo mais "fraco", com adversários como Suíça, Irã e Marrocos. O sorteio acontece no dia primeiro de dezembro.

Essa pode ser a última Copa do Mundo com 32 times. A proposta da “nova” diretoria da FIFA é de aumentar para 48 o número de participações. A ideia seria planejar a próxima Copa, de 2022, no Qatar, já com o novo formato. Mas, por enquanto vai ser como de costume. Daqui a exatos 198 dias, a bola rola na Rússia para o 21° Mundial de Futebol. O que acontecer lá, logo entrará para a história.

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Semana de decisão intercontinental! Oito seleções disputam as quatro vagas restantes para o mundial da Rússia.

Peru ou Nova Zelândia? Suécia ou Itália? Austrália ou Honduras? Irlanda ou Dinamarca? Quem carimba o passaporte para a Copa?
Por: Yuri Hildebrand

Faltam 7 meses para o início da Copa do Mundo 2018, na Rússia. Ao redor do mundo, quatro jogos vão definir os últimos classificados para o torneio, fechando a lista dos 32 participantes. Na última semana, foram definidas quatro seleções na Europa e África: Croácia, Suíça, Marrocos e Tunísia. Do velho continente, restam duas vagas, que serão ocupadas pelos vencedores dos duelos entre Itália e Suécia e Irlanda e Dinamarca. Nas repescagens internacionais, é a hora de Peru e Nova Zelândia decidirem seu destino, assim como Austrália e Honduras.

Os italianos, tetracampeões mundiais – tendo conquistado a última taça em 2006 –, correm sérios riscos de ficarem de fora de uma Copa do Mundo depois de mais de meio século – última vez fora foi em 1958. Na primeira partida da repescagem, os suecos dominaram o jogo e venceram por 1 a 0. Nesta segunda, em Milão, os italianos precisam de uma vitória por dois gols ou mais de diferença para não decepcionar os fãs de uma seleção que sempre chega como uma das favoritas ao título. No outro confronto europeu, Irlanda e Dinamarca, duas seleções de menor expressão, decidem a vaga longe dos holofotes. O primeiro jogo foi 0 a 0 e uma vitória simples leva à classificação.

Nos duelos intercontinentais, teremos as decisões entre Austrália e Honduras e Peru e Nova Zelândia. Na quarta-feira, os australianos vão em busca da quarta participação seguida em Copas do Mundo – antes de 2006, a primeira da sequência, o país só havia disputado o torneio em 1974. Na quinta, o Peru tenta chegar a uma Copa do Mundo depois de 36 anos – última vez foi em 1982. Em meio à polêmica envolvendo seu principal jogador, Paolo Guerrero – que não estará em campo devido a uma punição preventiva da FIFA –, o país andino confia na força de sua torcida para empurrar o time rumo ao sonho de disputar o mundial da Rússia.
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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Guerrero e o caso do doping

Craque do Flamengo e da Seleção Peruana testou positivo no antidoping do jogo contra a Argentina, pelas eliminatórias da América do Sul, e foi suspenso provisoriamente pela FIFA.

Por: Yuri Hildebrand

Fora de ação desde uma lesão muscular, o atacante Guerrero, camisa 9 do Peru e do Flamengo, teve uma notícia ruim antes de dois jogos importantíssimos contra a Nova Zelândia, que definirão uma das vagas da repescagem para a Copa do Mundo da Russia. No jogo entre a seleção peruana e a Argentina, o jogador realizou o teste antidoping, que teve resultado positivo para Benzoilecgonina. A substância é encontrada na Cocaína, mas também muito utilizada nos países de cultura Inca, principalmente na altitude. A defesa do jogador se reuniu ontem (05/11) em Lima para decidir como enfrentar a acusação e já pediu a abertura da contraprova, frasco secundário que contém a mesma amostra de urina do testado originalmente.
Dentro de campo, Guerrero treinou normalmente nos últimos dias. Estava cotado para reforçar o Flamengo após quase 20 dias em recuperação de uma lesão musuclar, e foi pego de surpresa com o resultado parcial do antidoping. A FIFA, entidade máxima do futebol, aplicou uma suspensão preventiva de 30 dias, algo comum em casos desse tipo. Assim, o peruano ficaria fora não somente dos jogos pelo clube brasileiro, mas também não poderia defender sua seleção nos dois jogos mais importantes dos últimos 36 anos. Guerrero, inclusive, declarou em entrevista que “poderia morrer” se classificasse o Peru para o mundial.
Junto a seu advogado e um biomédico, embarcou para Lima no sábado (04/11), para uma reunião da defesa do jogador. Houve até o boato de que o camisa 9 acompanharia de perto sua defesa, mas a informação não se confirma. Por enquanto, ele diz estar “tranquilo”, e demonstrou apoio aos companheiros de seleção para primeiro jogo contra a Nova Zelândia, já no próximo dia 11/11. O primeiro passo de sua defesa é a abertura da contraprova, que acontecerá ainda esta semana. Um dirigente da FPF representará Guerrero na situação.
Além das incertezas, existem diversos boatos ao redor do que teria consumido o jogador horas antes do confronto contra a Argentina, em Buenos Aires. À época do jogo, um jornal local declarou que a delegação peruana levaria “suas próprias garrafas d'água”, para evitar situações como a da Copa de 1990, em que o Brasil foi eliminado após Branco, jogador da seleção, ter tomado uma água oferecida pelos argentinos – ele declarou ter sentido uma “tontura” durante o jogo, que acabou 1 a 0 para os hermanos.
Agora, após o “resultado analítico adverso” – não totalmente positivo, para fins punitivos –, surgiram versões de como Guerrero haveria consumido a substância. O pai do jogador alegou que o filho, que estava gripado antes da partida, recebeu uma injeção, sugerida pelo médico da delegação peruana – que é ortopedista, e segundo o pai de Guerrero “não saberia” como tratar uma gripe. O médico foi incisivo em dizer que o jogador não recebeu nenhum tipo de medicamento contraindicado por parte do departamento médico da seleção.
Com muitas dúvidas, os maiores prejudicados por enquanto são Flamengo e Peru, que enfrentam jogos importantíssimos nos próximos dias, e não poderão contar com seu principal jogador. As respostas só virão após a abertura da contraprova, com a formulação da defesa do peruano e, finalmente, com a definição da FIFA sobre o caso. Até lá, os peruanos demonstraram total apoio ao seu craque, e ainda têm a esperança de vê-lo em campo o mais rápido possível. 

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segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Hamilton faz o suficiente no Grande Prêmio do México e fatura seu quarto título na Fórmula 1.

Chegando em nono lugar na corrida, piloto coroa ano fantástico pela Mercedes conquistando o troféu de melhor piloto da temporada 2017.

Por: Yuri Hildebrand

Os 18 GPs realizados até agora no ano foram suficientes para sagrar Lewis Hamilton campeão da Formula 1 2017. Com 12 pódios – sendo 9 vitórias –, o britânico conquistou neste domingo (29/10) seu quarto título mundial de pilotos, afirmando mais uma vez seu lugar na história e alcançando o número de títulos de seu rival direto na disputa deste ano, Sebastian Vettel. O alemão, que chegou em quarto lugar no GP do México, não pode mais ultrapassar Hamilton na classificação geral – que apesar do 9º lugar na corrida, vem de uma temporada esplêndida e conquista o título merecidamente.
Uma simples passada de olho pelo quadro da competição já indica o ano vitorioso do piloto britânico: 11 pole positions contra apenas 4 de Vettel, o até agora vice-campeão da temporada. Em 2015, Hamilton também conquistou o título com antecedência, na corrida de número 16 (eram 19 na temporada), onde, curiosamente, superou o mesmo Vettel na classificação geral do torneio.
A Mercedes também vai encerrando o ano de forma perfeita: já havia garantido o título mundial de construtores no GP dos Estados Unidos, no último dia 22/10, eliminando as chances da segunda colocada, a tradicionalíssima Ferrari – do também vice-campeão Sebastian Vettel. É o quarto ano consecutivo em que a construtora alemã leva o título. A Ferrari, por sua vez, não ganha um mundial de construtores há 10 temporadas, quando teve Kimi Raikkonen campeão do mundial de pilotos – o único na era pós-Schumacher da escuderia italiana.
Ainda restam duas corridas e o segundo lugar ainda segue indefinido. Sebastian Vettel tem uma leve vantagem; são 15 pontos a mais que o terceiro colocado, Valtteri Bottas. Nos GPs do Brasil, dia 12/11 e de Abu Dhabi, 26/11, o piloto finlandês tem a chance de concretizar a quarta dobradinha seguida da Mercedes, que teve Lewis Hamilton e Nico Rosberg como campeões e vices nas últimas três temporadas. Com o título do Inglês garantido, resta a Bottas correr pelo segundo lugar e manter essa hegemonia da construtora alemã valendo.

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Classificou! Brasil, Uruguai, Argentina e Colômbia estão garantidos na Copa do Mundo de 2018.

Após sequência dramática, Messi enfim desencanta e leva os hermanos à Copa do Mundo da Rússia. Chile, atual bicampeão continental, fica de fora.

Por: Yuri Hildebrand

Foi dramático. Empates com Peru, Venezuela, Uruguai; derrotas para Bolívia, Paraguai e Brasil. A campanha da Argentina não foi nem de perto uma das melhores dos hermanosem jogos eliminatórios para a Copa do Mundo. Detentores do maior número de pontos conquistados durante uma única edição (43), os bicampeões mundiais tiveram risco de ficar fora de um mundial após 48 anos. Na última rodada, seu camisa 10, Lionel Messi – considerado por muitos o melhor jogador da história – enfim desencantou e com um digno hat-trick ajudou a seleção a bater o Equador, que chegou a assustar.

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Em outras Canchas, Uruguai e Colômbia mantiveram a sequência de participações e também se garantiram no mundial – além, é claro, da seleção brasileira, já garantida há algum tempo. A surpresa veio com o Peru, que vai disputar a repescagem contra a Nova Zelândia nos próximos dias 11 e 15 de novembro. A chance de se classificar é inédita para muitos peruanos, já que a equipe nacional não participa de uma copa há 36 anos.

A seleção chilena, que foi figurinha certa nas duas últimas Copas, além de ser atual bicampeã continental (2015 e 2016, na Copa América Centenário – ambos sobre a argentina), não conseguiu ir para seu terceiro mundial seguido. Em jogo nervoso – pelo menos para os chilenos –, o Brasil fez 3 a 0 com certa facilidade. O irônico é que, com a derrota por mais de 2 gols de diferença – e os pontos reclamados com a escalação irregular de um jogador Boliviano* –, o Chile acabou classificando seu rival histórico, Peru, para a repescagem.

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O Paraguai, outra seleção que estava na briga, não aguentou a pressão e foi derrotado em casa para a Venezuela, lanterna das eliminatórias e sem chance alguma de classificação. Apesar de pequenas, as chances existiam e vieram após vitória de virada contra a Colômbia, fora de casa, na penúltima rodada.

* Nas rodadas 7 e 8 – contra Chile e Peru, a Bolívia escalou irregularmente o zagueiro Nelson Cabrera, e foi punida pela FIFA, que declarou os adversários vencedores pelo placar de 3 a 0 nas duas partidas.

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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Argentina? Peru pode conquistar uma vaga na Copa do Mundo após longos 36 anos, com três “brasileños” no plantel

Se os hermanos vivem um drama nas eliminatórias da FIFA para o Mundial de 2018, outro país vizinho está perto de realizar um sonho.


Poucos sabem o que realmente significa o futebol para o Peru. País relativamente pequeno, mas com imensa diversidade, nosso vizinho pulsa futebol a cada esquina. Entretanto, o mesmo não acontece em competições oficiais do esporte: são apenas 4 participações em Copas do Mundo na história, sendo um sétimo lugar (1970) sua melhor colocação. Na reta final das eliminatórias, os peruanos têm uma chance de ouro de se classificar ao mundial de 2018, na Rússia, pela primeira vez em 36 anos.

O Peru já esteve envolvido em confrontos decisivos de Copa do Mundo. Em 1978, na Argentina, uma polêmica envolveu peruanos, argentinos e brasileiros. Com uma boa equipe, La Blanquirroja chegou à segunda fase em grupo com os donos da casa, além de Brasil e Polônia. Não foi muito bem no geral, mas sofreu incríveis 6 gols da seleção da casa – que nunca havia ganhado por mais de 3 gols de diferença sob o comando de César Luís Menotti, e precisava de saldo superior a 4 gols para avançar –, numa das maiores polêmicas do futebol – além do resultado inusitado, a partida havia sido adiada, enquanto deveria ocorrer simultaneamente ao jogo da seleção brasileira. Pior para Brasil e Peru, que acabaram eliminados – a Argentina seria depois campeã mundial pela primeira vez.

Se não vive de grandes conquistas, o Peru tem revelado ídolos importantes nos últimos anos. Nomes como Guerrero, Trauco e Cueva, que atuam no Brasil, ganharam destaque em seu país de origem – que não tem um campeonato nacional forte – e saíram relativamente cedo. Carillo, Advíncula, Yotún, Farfán, entre outros, também seguiram o mesmo caminho – e são, hoje, fontes de grande esperança.

Não são pequenas as chances de classificação: basta uma simples vitória contra a Colômbia na próxima terça (10/10) – que também está na briga – para assegurar uma vaga na Copa do Mundo de 2018. Na penúltima rodada do torneio eliminatório, empatou com a Argentina em La Bombonera lotada, pulsando desesperada devido ao drama vivido pelos hermanos. Agora, o Peru só depende de si para conquistar a tão sonhada vaga.



segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Expectativa pelo segundo jogo da final da Copa do Brasil

É final! Em Belo Horizonte, Cruzeiro e Flamengo disputam o título da Copa do Brasil 2017 nesta quarta-feira.

Rivais na decisão pela segunda vez e dois dos maiores campeões do torneio, times decidem a final após empate em 1 a 1 do jogo de ida, no Rio de Janeiro.

Por: Yuri Hildebrand

Maracanã lotado. Vermelho e preto para todos os lados. Na arquibancada sul, 10% das cores azul e branca. Esse foi o plano de fundo para o empate em 1 a 1 de Flamengo e Cruzeiro pela primeira partida da Copa do Brasil 2017. Lucas Paquetá, com seus recentes 20 anos de idade marcou para o time da casa, enquanto De Arrascaeta, Uruguaio, empatou para os mineiros – em falha do também jovem goleiro Thiago. Vinte dias depois, as equipes entram em campo no Mineirão para decidir de vez quem fica com a taça da segunda maior competição de clubes do futebol brasileiro.

Sem a vantagem do gol fora – que pelo regulamento só vale nas fases anteriores –, o Cruzeiro conta com a sua torcida para chegar à vitória e levantar o robusto caneco. Enquanto isso, do outro lado, a motivação vem de dentro do time: o atacante Guerrero, que não participou do primeiro jogo por conta de uma suspensão, está de volta à equipe e promete trazer gás ao time rubro-negro. Em entrevista coletiva, o peruano demonstrou motivação. “Vejo sangue nos olhos, como vocês dizem”, declarou o camisa 9.

Uma das maiores preocupações para os torcedores cariocas é a má fase enfrentada pelo goleiro que será titular na partida, Alex Muralha. Após más apresentações no time, Alex recebeu duras críticas do jornal “Extra”, que em editoria especial declarou que “não poderia mais chamá-lo de Muralha”, até que voltasse às boas atuações. O clube e os jogadores demonstraram total apoio ao colega, que tem agora a chance de dar a volta por cima nas críticas.

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Do outro lado, a chance é de consagrar um bom futebol que vem se desenvolvendo há mais de um ano com Mano Menezes. Técnico atualmente com mais tempo de trabalho pelo mesmo clube no futebol brasileiro, o ex-treinador da Seleção Brasileira tem um time sem grandes nomes, como o rival desta quarta-feira, mas com ótimas atuações. Após a rodada de final de semana, o Cruzeiro ultrapassou o Flamengo, mantendo seu lugar no G6 do Campeonato Brasileiro e levando ainda mais motivação para a grande final.

O jogo acontece às 21h45 de quarta-feira, no Mineirão, em Belo Horizonte. Com o empate da primeira partida, o placar está totalmente aberto e qualquer empate leva aos pênaltis. A equipe mineira, campeã em 1993, 1996, 2000 e 2003, tem a chance de igualar o Grêmio, maior campeão da competição com 5 títulos, enquanto o Flamengo busca seu quarto troféu, conquistado anteriormente em 1990, 2006 e 2013.

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Em situação complicada nas eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia, a seleção Argentina pode ficar fora de um mundial depois de 48 anos.

Messi e cia. correm risco real de ficarem fora da disputa pela Copa do Mundo em 2018, na Rússia. 


A Copa de 1970 foi um dos momentos mais marcantes do futebol brasileiro. A grande vitória da seleção canarinho, embalada por jingles e pela televisão à cores, ganhou seu terceiro título mundial. Se para nós brasileiros o ano foi marcante de uma forma positiva, para os nossos Hermanos é melhor nem lembrar: foi a última vez que a Argentina deixou de participar de uma Copa do Mundo.



Hoje, 48 anos depois, a seleção de Messi, Dybala, entre outros craques do futebol mundial, está em situação arriscada na classificação das eliminatórias. Na última rodada do torneio classificatório, foram dois empates: contra o Uruguai em Montevidéu e contra a fraquíssima seleção da Venezuela, em Buenos Aires – esse último com um final dramático e cheio de pressão por parte dos donos da casa. A posição é incômoda: a 5ª colocação geral leva os nossos vizinhos para a repescagem – contra o classificado da Oceania, Nova Zelândia.

Para os próximos jogos, o técnico Jorge Sampaoli conta com seus talentosos atacantes para chegar aos gols necessários. Mesmo com um ataque dos sonhos, a Argentina possui uma das piores médias de gols – são apenas 16 tentos em 16 jogos. A defesa, por sua vez, também tem sofrido: 15 gols nos 16 jogos das eliminatórias. Muito além de técnica, os Hermanos precisam controlar suas emoções para chegar bem à classificação.

Os próximos jogos da Argentina rumo à Copa da Rússia são contra Peru, 4º colocado e com os mesmos 24 pontos, em casa, e Equador, 8º colocado e com chances remotas de classificação, fora. Duas vitórias garantem a seleção sul-americana no mundial de 2018 sem depender de outros resultados. Caso os resultados do primeiro turno se repitam (empate por 2 a 2 com os peruanos e derrota para os equatorianos por 2 a 0), os argentinos precisam secar times como o algoz Chile, atual bicampeão americano, para evitar sua primeira ausência em copas do mundo em quase 50 anos.
 
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