A segunda temporada de Stranger Things, lançada em outubro, causou discussões entre os fãs por conta de um final desesperador. A última cena da segunda temporada mostra que o “Devorador de mentes” não foi destruído de fato.
Os criados da série alegam que essa foi a forma encontrada para “dar dicas aos espectadores sobre o que virá depois”.
A ideia é que os fãs entendam que muita coisa ainda está por vir. Ainda que a porta para o monstro tenha sido fechada, ele ainda está no Mundo Invertido e agora, para piorar, sabe das crianças, inclusiva da Eleven e de seus superpoderes.
Diferentemente do que foi feita na primeira temporada, a segunda trata de resolver algumas questões que ficaram no ar e tenta não deixar mais dúvidas.
O mistério sobre o Mundo Invertido continua e deve perdurar ao longo das próximas temporadas. Agora, resta assistir para entender. Que venha a terceira!
Se você é viciado em séries mas enfrenta o dilema comum da falta de tempo para acompanhar as longas tramas de sucesso nas plataformas de streaming, fique tranquilo pois separamos duas séries que você poderá assistir em apenas um fim de semana. Uma forma de aproveitar o seu tempo sem deixar de lado sua paixão por cinema e séries. Confira abaixo:
Spartacus
Para quem gosta de história, a série Spartacus conta a história de um escravo que foi traído por um general romano e levado para Lentulues Batiatus, onde frequenta a escola de gladiadores. Na Netflix, estão disponíveis 4 temporadas com poucos episódios cada.
Modern Family
Vencedora do Emmy e do Globo de Ouro deste ano, a série Modern Family conta com muito humor os dilemas, angústias e conquistas de três famílias americanas, todas parentes entre si. Apesar da séria estar em sua sexta temporada, cada episódio possui de 30 a 40 minutos, sendo possível acompanhá-la a qualquer hora, de qualquer lugar.
Netflix foca publicidade da terceira temporada de “Narcos” ao redor da mudança de protagonista
Wagner Moura, que interpretou Pablo Escobar nas
duas primeiras temporadas, sai de cena e dá lugar a Damián Alcázar, como
Gilberto Rodriguez, o caballero
de Cali.
Por: Yuri Hildebrand
A série americana Narcos, produção independente da
Netflix sobre o narcotráfico no final do século XX – com foco na Colômbia –,
deixou uma incógnita na cabeça dos fãs após o final da segunda temporada. Com a
iminente morte de Pablo Escobar (Wagner Moura), principal personagem da trama,
a série introduziu aos poucos, durante sua segunda temporada, os irmãos
Rodriguez, “substitutos” de Pablo no posto de persona non grata dos agentes americanos.
A Netflix, meses antes do lançamento da terceira
temporada, produziu um vídeo de Wagner Moura falando sobre a morte de seu
personagem e indicando que “a ideia sempre foi (...) falar sobre o tráfico...”
e que “Pablo Escobar é só o começo disso...”. (https://www.facebook.com/NarcosBrasil/videos/1969650946604003/) A troca do protagonismo foi tema principal da publicidade ao redor do
lançamento de mais uma temporada. Ao anunciar a terceira temporada para 2017, a
Netflix “trocou” os personagens com os dizeres “El legado continua”, mostrando Gilberto Rodriguez após Pablo
Escobar sair de cena (https://ep02.epimg.net/cultura/videos/2016/09/06/television/47b05c741dd94166e616e3d395f1bc94.mp4).
Gilberto e Miguel Rodriguez Orejuela (Damián
Alcázar e Francisco Denis) formaram, junto a Pacho Herrera (Alberto Ammann) e
Chepe (Pêpê Rapazote), uma das mais eficientes organizações criminosas já
vistas. Os cuatro caballeros de Cali,
como ficaram conhecidos, aproveitaram a “lacuna” deixada por Escobar para tomar
a frente no narcotráfico. Na série, os chefões de Cali são investigados de
longe pelo agente Peña (Pedro Pascal), que tem suas forças limitadas pela
corrupção, vinda de todos os lados. Sozinho desta vez – uma vez que seu
companheiro na caçada a Escobar, o agente Murphy (Boyd Holbrook), voltou para
os Estados Unidos –, Peña é protagonista e a voz, literalmente, da narrativa.
Desde a primeira temporada, os produtores da série
(um deles é José Padilha, diretor de “Tropa de Elite”) enfatizam a importância
da corrupção política para o funcionamento do narcotráfico colombiano. Se antes
Pablo representava uma figura até carismática, com tentativas efetivas de
entrar para a política, os irmãos Rodriguez Orejuela têm no dinheiro seu maior
poder. Policiais e políticos corruptos são representados, portanto, como
trabalhadores “invisíveis” do cartel de Cali, que incorpora uma imagem mais
voltada para o empresariado e a “alta classe”. Por isso, a alcunha de caballeros, que evitam usar a violência
para demonstrar controle.
Segundo a Netflix, o contrato com a série foi
prorrogado até a quarta temporada. Se outro vilão virá após a queda do Cartel
de Cali, não se sabe. Mas, como disse Wagner Moura no vídeo citado acima, a
“Guerra às Drogas” não acaba com o problema do tráfico, e mesmo que um chefão
do crime caia, outro virá depois, com características diferentes, mas produtos
semelhantes. Ainda pelo que disse o ator brasileiro, “Depois de Cali, tem o
México”. Fica então a expectativa para próximos anúncios da empresa americana
sobre Narcos.
A sétima temporada de Game of Thrones se encerrou ontem (27) com o episódio “The Wolf and The Dragon” que contou com mais de uma hora de duração (81 minutos) e angariou 16,5 milhões de espectadores só nos Estados Unidos, se tornando o episódio mais visto na historia do show e ofuscando até mesmo a premiação de melhores vídeos do ano da MTV, o VMA.
(link matéria VMA/Taylor Swift)
O último episódio desta temporada contou com cenas aguardadas desde o primeiro ano da série, como a reunião dos personagens principais: Jon Snow, Daenerys Targaryen, Cersei, Jaime e Tyrion Lannister em Fosso do Dragão. O encontro épico durou mais de 10 minutos e possibilitou todas as interações possíveis entre os personagens principais e secundários, que também tinham roupa suja a lavar.
Outras cenas também batalharam pelo holofote nas redes sociais: o drama das irmãs Stark, Arya e Sansa, aliviou muitos fãs da tensão construída no decorrer da temporada; a verdadeira identidade de Jon Snow que foi descoberta em conjunto por Sam (recém chegado a Winterfell) e Bran (agora Corvo de Três Olhos); e o perigo iminente do Rei da Noite, que destruiu A Muralha com o cadáver ressuscitado de Viserion, confirmando teorias antigas sobre um dragão de gelo na série. Mas nenhuma dessas cenas realmente bateu de frente com o encontro em Fosso do Dragão tanto quanto a cena de amor entre Jon e Daenerys, casal que divide a opinião do público.
Após enfrentar um ciber-ataque que levou ao vazamento dos roteiros da temporada e episódios completos, a emissora HBO ainda teve que lidar com as críticas feitas à maneira como os roteiristas escolheram contar a história nesse penúltimo ano. Muitos fãs e sites especializados questionaram a lógica de alguns artifícios usados na série como as viagens com duração deturpada. Mesmo assim, com base nos números que a série alcança e sempre alcançou, a emissora está confiante para as vendas de DVD’s e Blu-Ray da penúltima temporada. Com lançamento previsto para 11 de Dezembro, os discos em Blu-Ray sairão por R$199,90 e em DVD por R$149,90; também há previsão para venda do Box atualizado com todas as temporadas da série até agora, ainda sem previsão de preço.
Game of Thrones ainda não tem data para retorno, mas começa as filmagens dos seis últimos episódios em outubro e inicia os preparos para a realização de talvez até 5 séries spin-off.
A partir do dia 15 de Julho chega mais um streaming no mercado brasileiro – a plataforma Snapcine. Com a promessa de se tornar a versão tupiniquim do Netflix o canal conta com algumas diferenças em seu modelo. Diferentemente do serviço gringo, em que a maioria das produções são internacionais, o Snapcine vai oferecer apenas títulos nacionais.
Ao oferecer filmes, séries, documentários e curta-metragens nacionais a plataforma tem como intuito atender o público que sente falta do entretenimento brasileiro de maneira mais acessível. Atualmente, uma versão beta já está disponível, em comemoração ao dia do cinema brasileiro (19/06), que pode ser acessada por meio deste link.
O conteúdo pode ser acessado de forma gratuita ou pago. O catálogo gratuito conta com filmes e séries de TV, mas possui publicidade, enquanto o catálogo pago oferece os lançamentos a preços populares. É nesse ponto que o funcionamento se difere da Netflix, em vez de cobrar um mensalidade para usar o serviço, o espectador vai fazer locações virtuais e, então, ter acesso a uma série ou um filme por determinado tempo.
Os usuários do Snapcine poderão assistir todo o conteúdo no site, smartphones, tablets, PCs, smart TVs e TVs com dispositivo chromecast. Em um primeiro momento o aplicativo estará disponível apenas para Android, mas em breve também será possível utilizá-lo em produtos da Apple.
Versão mobile do aplicativo.
Em entrevista com Phillipe Ribeiro, um dos criadores da plataforma, conseguimos entender um pouco mais sobre como surgiu a ideia de criar o Snapcine. Segundo ele, o site surge de uma demanda recorrente no Brasil de ampliar a distribuição de conteúdo audiovisual além do circuito de festivais e da rede de exibição em salas de cinema. A plataforma, que é uma realização da produtora de cinema Casa de Bits, teve a ideia gerada a partir de uma necessidade de alcançar um público maior de produções e de parceiros. E assim foi visto o potencial de criar um serviço pioneiro no país focado em conteúdo nacional.
Quando perguntado sobre a opção de disponibilizar apenas conteúdo nacional no catálogo, Phillipe foi ágil na resposta. “O Snapcine surge como uma missão: oferecer um serviço pioneiro no concorrido mercado de produção de conteúdo audiovisual que pudesse contribuir na resolução de um problema recorrente da cadeia produtiva. E foi aí que após estudos de mercado vimos que o gargalo recorrente na produção nacional é a distribuição e decidimos, então, trabalhar neste nicho. ”, afirmou o criador. Phillipe ainda confessa que o foco no cinema nacional está no fato de acreditar que as produtoras nacionais produzem filmes e séries incríveis e que o mercado não soube, ainda, apresentar ao grande público. Este é exatamente o objetivo da plataforma: exibir a pluralidade do cinema brasileiro de todas as estéticas e temas.
Os streamings são uma nova forma de exibição de conteúdo que significa “transmissão contínua”, ou seja, a distribuição de filmes, músicas ou vídeos pela rede, sem precisar armazenar diretamente no computador ou aparelho. Perguntamos para Phillipe a importância dessa nova forma de exibição, que foi a escolhida pelo Snapcine. O criador declara que o vídeo sob demanda surgiu como uma ferramenta capaz de democratizar o acesso ao conteúdo audiovisual visto que não há a limitação de tempo, como sessões de cinema, ou de espaço, tornando possível oferecer um vasto acervo para diferentes públicos. Phillipe também reconhece que o grande diferencial da tecnologia no vídeo sob demanda é a possibilidade de ver quando quiser, da forma que quiser e na quantidade que quiser.
A plataforma permite que os usuários enviem seus próprios filmes e ainda ganhem uma porcentagem dos lucros.
Além da distribuição de filmes e séries de todos os tempos, de todas as durações (curtas, médias e longas), e de todas as estéticas e temas, a plataforma também pretende trabalhar com novos diretores e produtoras independentes, assim como trabalha com diretores experientes e produtoras com resultados consolidados de bilheteria. O site funcionará com um esquema de “locação” por filme e série ao invés da conhecida mensalidade fixa.
“A plataforma surge com o intuito de inovar no mercado audiovisual brasileiro e reproduzir modelos já estabelecidos seria apresentar mais do mesmo. Ao invés de uma mensalidade fixa, oferecemos a gratuidade. Sim, a maioria do nosso acervo é composto por filmes e séries gratuitas com publicidade (anúncios). Apenas os lançamentos terão um custo para o público e ainda sim estamos inovando ao oferecer lançamentos de séries a R$ 3,99/temporada e filmes a R$ 1,99. Inovamos, ainda, na distribuição dos recursos. Os filmes gratuitos com publicidade terão 50% da receita destinada aos produtores, assim como os lançamentos em 50% do valor pago será dos realizadores/produtores. Fazendo uma análise comparativa, hoje o produtor recebe 25% do valor apurado num filme no mercado das salas de cinema; nós oferecemos o dobro! ", declara Phillipe.
Espaço para o Audiovisual Brasileiro
A realidade do mercado das séries exclusivamente brasileiras é, praticamente todo voltado para a produção das webséries. Uma das mais famosas webséries niteroienses se chama #NoFluxo e seu episódio piloto teve quase 75 mil visualizações. A websérie durou pouco mais de um ano, rendendo 42 episódios divididos entre 5 temporadas. As cinco temporadas podem ser vistas no canal do youtube da produtora da série.
Elenco masculino de #NoFluxo.
A websérie é uma realização da produtora Atuacine. Em entrevista para o jornal O Fluminense, a diretora-geral da série, Luana Carvalho, afirma: “Moramos em Niterói e queríamos difundir a cultura da nossa cidade. Temos cenários belíssimos e com isso conseguimos valorizar a fotografia do seriado”. #NoFluxo chegou a concorrer a prêmios no Rio Webfest, a maior celebração internacional da internet no Brasil.
Conseguimos contato com uma das atrizes da terceira temporada da websérie, Julia Gusmão, que trabalha como atriz há 17 anos. Ela conta que foi indicada por amigos com os quais já tinha trabalhado previamente e que também viram seu trabalho. Ela fez um teste e passou para protagonizar a terceira temporada. Para Julia, participar da websérie foi importante, pois fazia anos que não lidava com o audiovisual, só trabalhava com teatro, e foi bom ter essa retomada às câmeras. “#NoFluxo foi uma grande divulgação do meu trabalho, pois tem uma maior acessibilidade do público através da internet”, afirma a atriz.
Quando questionada a respeito do Snapcine, Julia conta que já conhecia a iniciativa através de uma amiga que cursa cinema. Ela afirma: “Me interessaria muito atuar e/ou produzir para o Snapcine, pois acredito em todas as ideias que têm o intuito de melhorar e ajudar a área artística, isso me estimula a entrar nesses projetos”. E acrescenta: “Creio que essas iniciativas podem mudar e ajudar muito os profissionais de audiovisual, das artes cênicas e, consequentemente de outras áreas também. É uma oportunidade de divulgar os profissionais brasileiros e ajudar a crescer cada vez mais essa indústria tão importante”, ela conta.
Elenco da websérie #NoFluxo.
A realidade dos profissionais de artes cênicas é cada vez mais triste. São inúmeros o teatros que estão fechando nos últimos meses. E a indústria cinematográfica brasileira, infelizmente, também não dá o apoio necessário aos pequenos projetos. Os filmes ou peças nacionais que fazem sucesso e rendem uma boa bilheteria são aqueles com rostos “globais” estampados no cartaz. Para Julia, é frustrante ter tantas ideias e conteúdos bons mas não ter nenhum tipo de apoio ou patrocínio.
Opinião dos Espectadores
O apaixonado por séries Gabriel Ferreira é um grande fã das plataformas de streaming. “Nem tenho mais televisão em casa, quando arranjo tempo para relaxar é com o notebook no colo acompanhando novos episódios de House of Cards”, conta o estudante de Estudos de Mídia. A realidade de Gabriel não é mais minoria entre os jovens, que utilizam cada vez mais suportes móveis para acompanhar suas séries e programas preferidos.
Divulgação da Netflix para a 5° temporada de House of Cards.
A Netflix é atualmente a plataforma mais popular de streaming no Brasil e no mundo. São mais de 100 milhões de assinantes, sendo mais da metade fora dos Estados Unidos. “Tenho a assinatura há quase um ano e confesso que não quero saber de outra coisa, as séries originais são incríveis e consigo achar grande parte dos filmes que quero assistir no canal”, relata Gabriel. Quando perguntado se conhecia a plataforma de streaming brasileira, Snapcine, o estudante desconversou: “nunca ouvi falar, mas acho uma ideia bacana investir no streaming brasileiro”.
Mesmo que ainda pouco conhecido, o Snapcine já anima amantes de séries e filmes brasileiros. É o caso de Gabriela Queiroz, estudante de Medicina Veterinária, que possui em seu smartphone a versão beta da plataforma e enxerga grande potencial na iniciativa cearense. “Tenho verdadeira paixão em filmes nacionais, até porque acho que o brasileiro desvaloriza muito o que é produzido no nosso país. Tudo é muito americanizado, os gostos são sempre os de lá, não os de cá. Achei brilhante essa ideia de disponibilizar o que o Brasil produz de melhor com fácil acesso e sem muito custo”, diz Gabriela.
Histórico dos Streamings
No último dia 5, a Netflix completou seu 70º mesiversário no mercado nacional. Ou seja, no dia 5 de setembro estará completando seu sexto ano de vida por aqui. Enquanto isso, mundo afora o serviço de streaming vai se expandindo cada vez mais.
O serviço teve uma revolução com o catálogo da Netflix, que recentemente sofreu uma baixa com as séries da FOX, se tornando disponível no no território nacional em 2011. De lá pra cá, o serviço de streaming cresceu de uma forma absurda, chegando a superar o faturamento de veículos de televisão, à efeito de comparação.
Nos EUA, a Amazon já se destaca com produções premiadas e o HuLu vem com novas séries de destaque nesse primeiro semestre de 2017. Infelizmente, aqui no país, esses serviços ainda não chegam ao consumidor de forma legal. Ou seja, apenas a pirataria dá suporte à quem desejar acompanhar os seriados originais dessas produtoras.
Por aqui, gigantes como a Globo e a HBO (confira nossa crítica de Big Little Lies) vem se consolidando através de seus aplicativos do GloboPlay e HBO Go. Porém, há outras opções como o Snag Films, que contém um acervo de filmes indie, documentários independentes e outras produções não tão populares para o público em geral.
Enquanto as outras grandes empresas do ramo não chegam aqui de forma legal, o Snapcine tentará conquistar seu espaço com essa proposta inovadora e arrojada. O serviço que terá seus próprios moldes terá pela frente grandes desafios para se consolidar no mercado. Amparado na força do mercado e das produções exclusivamente nacionais, ele tem tudo para se destacar no mar de produções americanizadas por todos os lados.
É amanhã. Será que uma nova revolução no mercado está por vir? Beatriz Feijó Juliana Carrano Matheus Maciel Renan Castelo Branco Talita Jeolás
The Gifted é uma série produzida pela Fox dentro do universo
dos X-Men. Nela, um casal tem uma grande reviravolta quando descobre que seus
filhos são dotados de superpoderes.
A série promete
trazer sensações diversas, com cenas sci-fi, problemas da adolescência, crise
de moral, muita ação e também governos opressores. Esse último, sendo marca
característica do universo X-Men na perseguição aos mutantes.
O primeiro trailer completo acaba de sair e colocamos aqui para curtirmos um pouquinho do que está por vir.
A série estreia na próxima fall season, entre setembro e
outubro. Resta aguardar. Até lá!
Os fãs da séries terão que lidas com as más notícias. Depois
de uma notícia de renovação surpresa ótima, vem a pedreira. Seis atores do
elenco regular não continuarão no próximo ano.
Ou seja, dos principais que ficamos acostumados a ver nos
primeiros 10 episodios, apenas dois estarão de volta. Além disso, o showrunner
também foi alterado, sendo agora o entusiasta Greg Plageman.
Com tantas substituições, resta saber se a série terá fôlego
reanimado e desenvoltura para entregar com maestria os dezesseis episódios da
segunda temporada. A trama é transmitida no Brasil pela Amazon.
Embalado pelo sucesso recente de séries documentários, como
Making a Murderer, a Netflix lançou este mês mais uma de suas produções
originais nesse estilo. Trata-se de um assassinato ocorrido na cidade
Baltimore, tradicionalmente católica, no ano de 1969.
O homicídio se deu contra uma freira da comunidade, Cathy
Cesnik, e nunca foi solucionado. Nem sequer respostas mínimas foram dadas à
população pela polícia local. No
entanto, o desdobramento das investigações gerou um apanhado enorme de
escândalos da Igreja e situações abusivas na cidade.
O documentário é dividido em sete partes e escuta diversas
fontes; sejam jornalistas da época, amigos, inimizades, polícias aposentados,
oficiais do Governo, parentes. Todos determinados a conseguir saber um pouco
mais e ir em busca da verdade por detrás do assassinato.
Os episódios foram ao ar dia 19 de Maio na rede de streaming
e já estão dando muito o que falar.
Ficou curioso pelo nome? The Keepers.